Felizes por voltar

E assim foi como chegamos outra vez ao verão. Já passou um ano desde o verão passado em que os nossos fins de semana foram passados à beira mar na Praia da Areia Branca. Foi um verão agradável, passado a trabalhar sim, mas num sitio bonito rodeado de gente simpática.

No verão passado despedimo-nos do mercado e dos colegas com alguma nostalgia e prometemos que se pudéssemos, voltaríamos.




E como prometido é devido lá estaremos à beira mar, no Largo do Posto do Turismo com os nossos produtos e uma grande vontade de passar um bom verão mesmo sendo a trabalhar! Das 9.00 h às 18.00 h todos os domingos, até ao dia 4 de Setembro. Se estiverem pela zona não deixem de visitar-nos! 



E como na cidade também se come, este sábado estaremos na Quinta das Conchas das 9.00 h às 14.00 h. Para quem espreite pela porta e não nos veja, não se assuste, estamos no lado oposto debaixo das árvores e assim estaremos até que o calor nos dê uma trégua.





Felices por volver

Y así fue como llegamos a otro verano. Ya ha pasado un año desde el verano pasado en que nuestros fines de semana eran pasados a la orilla del mar en la Playa de Areia Branca. Fue un verano agradable, trabajando sí, pero en un sitio bonito rodeados de gente maja.

El verano pasado nos despedimos del mercado y de los compañeros con alguna nostalgia y prometimos que si pudiéramos, volveríamos.

Y como lo prometido es deuda, ahí estaremos otra vez, en la Plaza del Turismo con nuestros productos y muchas ganas de pasar un buen verano aunque sea trabajando! De las 9.00 h hasta las 18.00 h cada domingo hasta el día 4 de Septiembre.

Y por que en la ciudad también se come, este sábado estaremos en el mercado de Quinta das Conchas de 9.00 h hasta las 14.00 h. Para quien mire desde la puerta y no nos vea, que no se asuste, estaremos al otro lado debajo de los árboles y así estaremos hasta que el calor nos de una tregua.

Sair de casa #11



E já que estamos em pleno verão, época por excelência para sair de casa, propomos uma pequena viagem até Santa Cruz (Torres Vedras) na próxima 6ª feira 29 de Julho para assistir a Roadblock, uma performance de dança contemporânea com a companhia Belga Nat Gras. Esta atuação começará às 18.30 h no Miradouro junto à escadaria Júlio Vieira.




E este sábado, integrado no programa Noites do Parque, no parque do Choupal em Torres Vedras podem assistir ao concerto de Isaura que começa às 22.00 h.




Se são apreciadores de feiras medievais não deixem de dar um pulinho até Óbidos onde desde o dia 14 de Julho e até dia 7 de Agosto decorre o já tradicional Mercado Medieval.




E para quem gosta de banda desenhada e ilustrações, não deixem de visitar a 2ª edição da feira de Banda Desenhada e Ilustração Independente da Lourinhã que decorrerá até ao dia 6 de Agosto nas instalações do OvO – Obras Visuais e Ofícios.




Aproveitem muito o fim de semana!






Salir de casa #11

Y ahora que estamos en pleno verano, época por excelencia para salir de casa, proponemos un pequeño viaje hasta Santa Cruz (Torres Vedras) el próximo viernes 29 de Julio para asistir a Roadblock, una performance de baile contemporáneo con la compañía belga Nat Gras. Esta actuación empezará a las 18.30 h en el Mirador junto a las escaleras Júlio Vieira.

E este sábado integrado en el programa Noches en el Parque, en el parque del Choupal en Torres Vedras podéis asistir al concierto de Isaura que empieza a las 22.00 h.

Si os gusta las ferias medievales no dejéis de ir hasta Óbidos donde desde el día 14 de Julio y hasta el día 7 de Agosto se realizará el Mercado Medieval.

Y si os gusta los cómics y las ilustraciones, no dejéis de visitar la 2ª edición de la Feria de Cómics e Ilustración Independiente de Lourinhã que tiene lugar en las instalaciones de OvO – Obras visuais e oficios, hasta el día 6 de Agosto.

Que aprovechéis mucho el fin de semana!

Pensamentos sobre o clima

O planeta bateu três recordes de altas temperaturas em Junho passado, de acordo com os dados da Administração Oceânica e Atmosférica de EUA.

O mês de Junho deste ano foi o mais quente desde que começaram os registros de temperatura em 1880, para além de que foi o 14º mês consecutivo em que um mês supera ao anterior.

Estas noticias aparecem por aqui e por ali, o jornalista dá a noticia, nós do outro lado ouvimos e a sensação é de que pouco se faz para inverter a situação.




Este ano praticamente não tivemos fruta. Tivemos nêsperas porque as árvores são muitas e muito grandes e algumas pudemos colher. Depois disso deveriam ter vindo as cerejas, as ameixas e os primeiros pêssegos. Não houve nenhuma cereja, colhemos meia dúzia de ameixas e meia dúzia de pêssegos. Conseguimos fazer a colheita de uma pereira e nada mais. O outono e o inverno foram muito quentes, a primavera foi muito fria, tivemos um dia inteiro em que esteve a granizar na primavera e o verão chegou tarde.

E na horta as coisas também não têm sido fáceis. E no meio deste cenário não podemos deixar de sentir uma certa preocupação, não tanto por nós que temos uma horta variada e sempre há alguma coisa que sai bem, mas pelo futuro em geral. Acho que já cruzamos a linha vermelha há algum tempo e ainda não nos apercebemos disso. É fácil não nos darmos conta que as coisas estão a mudar, sobretudo no que está relacionado com os alimentos: vamos ao mercado ou a qualquer frutaria e sempre há laranjas, tomates, feijão verde e isso para nós é o normal. Não falta de nada porque hoje em dia as coisas podem vir de qualquer sitio do mundo ou são feitas tentando contornar as limitações que o clima nos vai impondo.




E enquanto as secas sejam só em África, as grandes tempestades e inundações sejam em países longínquos, tudo bem. Agora no dia em que as catástrofes relacionadas com as alterações climáticas cheguem à nossa porta, aí sim talvez se tomem as medidas que já se deviam ter tomado há mais tempo. Esperemos que então não seja demasiado tarde.




PS1: nestes últimos tempos tenho pensado que se fosse possível e não muito complicado, as crianças (e porque não também os adultos!) deveriam fazer uma espécie de estágio numa zona rural com a duração de mínimo um ano a começar na primavera, para entender como funcionam os ciclos naturais, como a natureza está baseada num equilíbrio e como esse equilíbrio é fundamental para a nossa existência e sobrevivência.

PS2: as fotografias são da primavera de 2015, este ano a primavera não me inspirou muito...





Pensamientos sobre el clima

El planeta rompió tres récords de altas temperaturas en junio pasado, de acuerdo con los datos de la Administración Nacional Oceánica y Atmosférica de EE.UU.

El mes de junio de este año fue el más caluroso desde que comenzaron los registros de temperaturas, en 1880, además de que fue el decimocuarto mes consecutivo en el que un mes supera al anterior.

Estas noticias aparecen por aquí y por allí, el periodista da la noticia, nosotros la escuchamos y la sensación es que poco se hacer para revertir la situación.

Este año prácticamente no tuvimos fruta. Tuvimos nísperos porque hay muchos árboles y son muy grandes. Después tendrían que haber venido las cerezas, las ciruelas, y los primeros melocotones. No hubo ni una cereza, cosechamos media docena de ciruelas y media docena de melocotones. Logramos hacer la cosecha de un peral y nada más. El otoño y el invierno han sido demasiado cálidos, la primavera muy fría y con granizadas y el verano ha llegado tarde.

Y en el huerto las cosas tampoco están siendo fáciles. Y con todo esto no podemos dejar de sentir una cierta preocupación, no tanto por nosotros que tenemos un huerto variado y siempre hay algo que sale bien, pero preocupados por el futuro en general. Creo que hemos cruzado la línea roja hace algún tiempo y no nos hemos dado cuenta. No es fácil ver que las cosas han cambiado sobretodo en lo relacionado con los alimentos: vamos al mercado o a la frutería y siempre hay naranjas, tomates, judía verde y eso para nosotros el lo normal. No falta de nada porque hoy en día las cosas pueden venir de cualquier sitio o son producidas contornando las limitaciones que el clima nos impone.

Y mientras la sequía sea sólo en África, las inundaciones en países lejanos, todo va bien. Ahora en el día que las catástrofes relacionadas con el cambio climático, lleguen a nuestras puertas, ahí sí, quizás se tomen las medidas que se deberían haber tomado hace tiempo. Esperemos que por ese entonces no sea demasiado tarde.


PD1: en estos últimos tiempos he pensado que si fuera posible y no muy complicado, los niños (y también los adultos!) deberían hacer una especie de practicas en una zona rural durante al menos un año empezando en primavera, para poder entender como funcionan los ciclos naturales, como la naturaleza está basada en un equilibrio y en como ese equilibrio es básico para nuestra existencia y sobrevivencia.

PD2: las fotos son de la primavera de 2015, este año la primavera no me ha inspirado demasiado...

Cabaz da semana #7



Já está disponível o cabaz desta semana que está composto pelos seguintes produtos:

- 3 alhos francês
- 2 kg de batata (vermelha)
- 1 kg de batata pequena (forno)
- 2 kg de cebola
- 2 courgettes
- 1 couve lombarda
- 500 g de limão
- 1 ramo de louro fresco
- 1 garrafa de vinagre caseiro

Podem encomendá-lo por mail a quintasinfonia2013@gmail.com até 5ª feira.





Cesta de la semana #7

Ya está disponible la cesta de esta semana que está compuesta por:

- 3 puerros
- 2 kg de patata (roja)
- 1 kg de patata pequeña (horno)
- 2 kg de cebolla
- 2 calabacines
- 1 col lombarda
- 500 g de limón
- 1 ramito de laurel fresco
- 1 botella de vinagre casero

Podéis encargarla por mail a quintasinfonia2013@gmail.com hasta el jueves.

Campos dourados



Se tivesse que definir o concelho de Sobral de Monte Agraço em imagens, uma delas seria os campos dourados de cereal ondulante. Outra seria a do vento personificado nos inúmeros moinhos que há pela zona, dos tradicionais que moíam o cereal para fazer pão e dos modernos que agora produzem energia de uma forma sustentável.





E com a chegada do verão ceifa-se o cereal e aparecem espalhados pelo campo fardos de palha. E de tantos que vejo e de tanto que gosto deles acabo por não me resistir e meto-me no meio de um desses campos dourados. Há vento como é normal. Os gigantes moinhos produtores de energia dão voltas e voltas. Os outros infelizmente estão parados.






Campos dorados

Si tuviera que definir la comarca de Sobral de Monte Agraço en imágenes, una de ellas seria los campos dorados de cereal. Otra seria la del viento personado en los múltiples molinos que hay por la zona, de los tradicionales que molían el cereal para hacer pan y de los modernos que ahora producen energía de forma sostenible.

Y con la llegada del verano se cosecha el cereal y aparecen por los campos los fardos de paja. Y de tantos que veo y de tanto que me gustan acabo por no resistir y me meto en uno de esos campos dorados. Hace viento como es normal. Los gigantes molinos productores de energía dan vueltas y vueltas. Los otros desafortunadamente están parados.